Foram inauguradas no passado dia 10 de Julho novas piscinas em Campelo.
As piscinas situam-se no logradouro da antiga escola primária, desocupada desde há alguns anos, agora transformada em parque de lazer.
Esta excelente iniciativa da Junta de Freguesia traduz-se num complexo que integra, para além da piscina, toda a área do logradouro, com parque infantil, espaços para piquenique – churrasqueira, mesas e banco – e área para campismo; o edifício da antiga escola também foi remodelado e adaptado para refeições, com cozinha/copa, sanitários e balneários.
Transcrevemos do blogue “O Ribeira de Pera” (http://oribeiradepera.blogspot.com) a notícia da inauguração do Parque de Lazer Manuel Simões Branco:
(…) a Junta de Freguesia local resolveu reaproveitar o espaço por forma a convertê-lo numa edificação que possa ser utilizada pela população em geral, amigos, familiares e simpatizantes bem como criar no espaço mais um atractivo para que se visite a localidade. (…)
Na inauguração esteve presente para além da população local e simpatizantes, o Presidente da Junta de Freguesia de Campelo, o autarca de Figueiró dos Vinhos, e de Castanheira de Pêra.
Homenageado foi o habitante Manuel Simões Branco pela sua dedicação ao longos dos anos à terra que o viu nascer e sua respectiva população de quem recebeu sentidas palavras de louvor, gratidão e uma salva de palmas.
Após esta singela homenagem deu-se lugar ao descerramento da placa do Parque de Lazer, ao qual foi dado o nome do homenageado, pela mão do Presidente da Junta local, Edil de Figueiró dos Vinhos e Manuel Simões Branco.
Saliente-se que Campelo possui já outras piscinas, fluviais, na Ribeira de Alge, inseridas no complexo dos Viveiros de Trutas.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Novas piscinas em Campelo - 2
Mais fotografias do Parque de Lazer e das novas piscinas de Campelo:
Parque infantil
Aspecto do parque
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Falecimento de José Casimiro
No passado dia 30 de Junho faleceu no Hospital Amadora-Sintra o Sr. José Casimiro, de 79 anos, natural de Peralcovo e residente há largos anos em Campelo.
Só agora soubemos da triste notícia, que deixou mais pobre as povoações de Peralcovo e Campelo e, pessoalmente, a nós próprios: era no seu estabelecimento que sabíamos as notícias da terra e dos seus habitantes, das pessoas a contactar na região pelas mais diversas razões (obras, negócios), era o "Zé de Campelo" que nos contava as memórias da terra, as histórias (reais) da minha própria família paterna.
Só agora soubemos da triste notícia, que deixou mais pobre as povoações de Peralcovo e Campelo e, pessoalmente, a nós próprios: era no seu estabelecimento que sabíamos as notícias da terra e dos seus habitantes, das pessoas a contactar na região pelas mais diversas razões (obras, negócios), era o "Zé de Campelo" que nos contava as memórias da terra, as histórias (reais) da minha própria família paterna.
Homem empreendedor, dos sete ofícios, migrante, autarca, com uma memória invejável, o Sr. José Casimiro foi uma figura incontornável da história recente de Campelo e da região.
Em Peralcovo
Um esboço de árvore genealógica
Fátima, o casamento
Os nosso sentidos pêsames à viúva e filhos do Sr. José Casimiro.
domingo, 29 de agosto de 2010
Missa em Peralcovo
Realizou-se no passado domingo dia 15 de Agosto na capela de N. Sra. da Boa Viagem uma missa pelos naturais e habitantes de Peralcovo já falecidos.
A missa foi celebrada pelo pároco de Campelo sendo, de acordo com o Sr. Alves, muitos os participantes, quer de Peralcovo, quer vindos das aldeias vizinhas.
Esta missa procurou, de alguma forma, substituir as tradicionais festas de N. Sra. da Boa Viagem, que já não se realizam há alguns anos, mas que se celebravam no final de Agosto.
Algumas fotografias da capela e de seus santos:



A missa foi celebrada pelo pároco de Campelo sendo, de acordo com o Sr. Alves, muitos os participantes, quer de Peralcovo, quer vindos das aldeias vizinhas.
Esta missa procurou, de alguma forma, substituir as tradicionais festas de N. Sra. da Boa Viagem, que já não se realizam há alguns anos, mas que se celebravam no final de Agosto.
Algumas fotografias da capela e de seus santos:


quinta-feira, 10 de junho de 2010
S. João do Deserto
S. João do Deserto é um dos muitos locais aprazíveis próximos de Peralcovo, situado a meia dúzia de quilómetros da aldeia, na fronteira norte dos concelhos de Figueiró dos Vinhos e de Penela, freguesia de Espinhal.
Um postal do local editado pela Junta de Freguesia do Espinhal em 1988:
Um dos grandes pólos de atracção de S. João do Deserto são as suas festas, realizadas anualmente a 24 de Junho; o programa das festas de 2000:
Um postal do local editado pela Junta de Freguesia do Espinhal em 1988:
Um dos grandes pólos de atracção de S. João do Deserto são as suas festas, realizadas anualmente a 24 de Junho; o programa das festas de 2000:
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
A Grafonola do meu Avô
Recordo-me de sempre de ver no "quarto escuro" a caixa, a base em madeira, de uma grafonola. Do que me contaram, a campânula e o mecanismo terão sido vendidos em altura de “aperto”.
Caixa em madeira (castanho?). Dimensões:
- Base = 395 mm x 395 mm
- Tampo = 355 mm x 355 mm
- Altura = 210 mm
Perspectiva, com o tampo aberto
Vista de lado
Vista de lado (pormenor do encaixe da manivela)

Vista do tampo
Já agora, quando completa, a grafonola poderia ter tido mais ou menos este aspecto:
domingo, 29 de novembro de 2009
O alambique
O alambique da casa da minha avó é um dos objectos que faz parte das recordações da minha infância.
Situava-se num canto do pátio e, quando a aldeia ainda tinha habitantes, assisti algumas vezes à feitura de aguardente; lembro-me que o vizinho Ti Cavadas era participante habitual nas operações de fabrico...
Infelizmente tivemos de o retirar do seu "habitat", se não hoje restava-nos apenas ver as suas fotografias, tal como acontece a muitos outros objectos que a frequente ladroagem já levou.



Situava-se num canto do pátio e, quando a aldeia ainda tinha habitantes, assisti algumas vezes à feitura de aguardente; lembro-me que o vizinho Ti Cavadas era participante habitual nas operações de fabrico...
Infelizmente tivemos de o retirar do seu "habitat", se não hoje restava-nos apenas ver as suas fotografias, tal como acontece a muitos outros objectos que a frequente ladroagem já levou.



Uma descrição muito exacta dos alambiques e do seu funcionamento pode ser encontrada no livro "Memórias de Trás da Serra" de José Lucas Pedro, do Fontão Fundeiro, de que já falámos anteriormente (ver pág. 122 e seguintes do livro).
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